Everything, everything.

Essa semana eu terminei de ler um livro que está tomando o coração da meninada. Sabe aquele livro que vc senta, começa a ler e não pára mais? É desse que estamos falando. Everything, Everything de Nicola Yoon,  foi originalmente publicado em 2015 e no Brasil ficou como “Tudo e todas as coisas‘ e conta a história de Madeleine. Uma menina de 17 anos que tem um doença rara.

Madeleine é alérgica ao mundo. Tipo, não se sabe o quê ao certo, mas alguma coisa ativa uma reação alérgica nela e ela pode morrer. Ela nunca saiu de dentro de casa e tudo que chega até ela tem que ser própriamente desinfectado.

Ela vive com a mãe que é médica e as enfermeiras que revezam os cuidados dela. Até aí tudo bem. Ela vive feliz no mundinho dela. Mas às vésperas do aniversário de 18 anos, uma nova família se muda para a casa ao lado da casa onde ela vive. E eis que urge Olly. Everything (3)

Aí já viu, né?!

O livro é um é romance adolescente que me fez lembrar da Cibele de 17, 18 anos… e mostra o que somos capaz de fazer por amor! 748404929b195c0fb2697420b74d2cf3

O filme já está pronto e deve sair agora em Maio. E tem no elenco Amandla Stenberg (a Rue de Hunger Games) e Nick Robinson (o Zach Mitchell  de Jurassic World).  Essas crianças estão tomando o quê, pra cresce tão rápido? Segue o trailer do filme, mas eu super recomendo ler o livro antes!

Alguém aí já leu? Quem vai ao cinema?

 

Beijinhos,

Cibele

 

#WWIM15London

Era quinta-feira, logo após o ataque terrorista na Westminster Bridge quando eu vi um post no intagram que me interessou. Eu sempre vejo esses encontros de Instagrammers e fico pensando em participar.

Nessa edição, por conta do atentado eles tinham uma proposta bacana: a rota faria um coração em Londres. Coincidentemente, dia 25 de março era o Dia da Gentileza. Logo os perfis @London e @DoSomethingForNothing  se uniram mais uma vez e o encontro de instagrammers  virou um passeio fotográfico onde o foco era ser gentil com as pessoas. Assim, espontaneamente, sem razão especial.
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Decidi participar. Lá fui eu, sábado de manhã, encontrar com outras 300 pessoas que eu não conhecia. Pensei em desistir, tipo bateu uma vegonha, um medinho sabe?

Não demorou muito para ver um fila, era pra pegar café. Logo vi um pessoal com suas cameras, tripés, Go Pros… mais um pouco e veio alguém, perguntando se eu estava ali pro evento. Era o próprio @DaveBurt (fundador do perfil @London) dando as boas vindas e tentando fazer a gente se entrosar. E deu certo!

Antes de sairmos, rolou uma apresentação basica e fiquei emocionada ao conhecer @JoshuaCoombes. Pra quem não sabe, é aquele cabeleireiro que corta o cabelo e faz barba de moradores de rua. Ele criou o @DoSomethingForNothing (faço algo sem nada em troca) e acredita que se cada um fizer a sua parte, a gente pode sim, mudar o mundo.

Enfim, saímos em três grupos, fazendo três rotas. Mais de 300 pessoas e muita disposição! Foi divertidíssimo… ao longo da caminhada íamos nos conhecendo, fazendo fotos e sempre que posível, tendo um ato de gentileza. Teve gente que comprou café para a próxima pessoa na fila, teve gente distribuindo abraços, teve gente elogiando pessoas desconhecidas na rua, teve gente comprando almoço para morador de rua, teve grupo parando para assistir artista de rua tocar – esse momento foi muito lindo!  O senhor estava todo triste, acho que a ponto de ir embora. A carinha dele mudou totalmente…

As rotas passavam por pontos turísticos e pontos não turísticos então tem muita foto bacana no Instagram. É só procurar pelas #WWIM15London e #dosomethingfornothing.

Enfim, terminei meu dia feliz – e cansada. Conheci pessoas legais, ouvi histórias bacanas e me senti bem por ter encarado o programa. Mal posso esperar pelo próximo!

Beijinhos, Cibele

Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher (3)Eu gostaria de fazer um daqueles textos lindos impactantes sobre o Dia Internacional da Mulher. Mas trocando mensagens com minhas amigas percebi que a gente mal sabe o porquê da data. Então…

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos em Nova Iorque ocuparam a fábrica onde trabalhavam e reivindicavam melhores condições de trabalho. O mesmo acontecia em vários países do Europa e em outros lugares nos Estados Unidos desde o final do Século 19, quando a Revolução Industrial trouxe  jornadas de trabalho de até 16 horas, salário injusto (as mulheres recebiam até um terço do valor do salário de um homem, mesmo executando a mesma função) e o trabalho infantil.

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